BBB – Brasil, Bigode e Bacalhau


Um olhar para a história do Brasil que revela que esse negócio não tinha como dar certo mesmo.

Sempre gostei de ler textos que apresentam uma versão ‘engraçada’ de fatos reais. Pois bem, esta é a minha tentativa de escrever algo assim. Espero que gostem

BBB: Brasil, Bigode e Bacalhau

Um dia, um português chamado Pedro Alvares Cabral [um cascudo não faz mal], partiu em viagem a mando da coroa portuguesa [aquela velha]. Seu Cabral saiu pelo oceano com a desculpa de descobrir um caminho para as indias [provavelmente por não aguetarem mais os bigodes das portuguesas]. Mas na verdade, a coroa portuguesa [aquela malandra] mandou Seu Cabral [aquele pau mandado] ir até as novas terras que ficavam além das novas terras que os espanhois tinham descoberto.

Então, Seu Cabral [aquele rápido] simplesmente seguiu para o leste de onde estavam os espanhois, que estavam olhando para o outro lado procurando ouro, e não viram o barco de Seu Cabral passar. E assim, Seu Cabral declarou ter descoberto a Terra de Santa Cruz, a qual teve que mudar de nome algumas vezes [após saber que ela estava na segunda divisão], até que se chamou Brasil, por conta de um pedaço de pau que encontraram na praia.

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Com o Brasil descoberto [e passando frio], a coroa portuguesa [aquela ardilosa], após ler ‘À Boleia pela Galáxia’ e gritar “42!”, mandou todos os aqueles indesejados [ladrões, prostitutas, devedores e o Seu Madruga] para a nova terra, sob a desculpa de criar uma nova colônia para Portugal [que já estava fedendo muito].

Quando os espanhois [aqueles sonsos] descobriram o que estava acontecendo, começaram a birrar e bater o pé: “Ei, a gente chegou primeiro!”. Portugal [aqueles sem-terra] inventaram o assentamento e começaram a gritar “Terra improdutiva!”.

Foi então que a igreja [aquela intrometida] decidiu criar o Tratado de Tordesilhas, para definir quais as terras ficam com os espanhois e quais as terras ficam com portugueses. Mas como a demarcação fora feita com giz branco, os nossos Manueis e Marias usavam seus bigodes para apagar a linha e riscar uma nova mais ao longe. E aos poucos avançavam a linha do tratado, sem que os espanhóis ligassem para as terras pelas qual eles tanto brigaram [estes sim que deveriam ser motivo de piadas, e não os portugueses].

E a terra Brasil [boutique] seguiu vivendo sua vida sem que a coroa portuguesa [aquela sossegada] os incomodasse. E a coroa portuguesa [aquela jubilosa] estava feliz com o Brasil, pois não estava dando tantas dores de cabeça quanto as outras colônias [e não se esqueçam que eles continuavam apagando a linha da tordesilhas]. Tá certo que tiveram um problema com os Holandeses lá no nordeste [a carne de sol devia tá boa!]. E depois tiveram umas brigas com os Inconfidentes [aqueles apressados], aqueles mineiros [uai!] que botaram um barbeiro/dentista como bode expiatório [quem mandou ficar expiando?]. No fim, botaram o dentista/barbeiro numa forca, e os mineiros ficaram tudo cabeludo e com dor de dente. Pior que bastava dar umas rodas de queijo pra eles queles ficavam tudo quietinho.

E assim teriam seguindo vivendo suas vidas se não tivesse aparecido na França [aquela chique] um clone do Chespirito [que sofria de ulcera e tinha uma irmã que dava pra todo mundo], que pensou que tinha virado o Zé Pequeno e decidiu que queria conquistar toda a boca da Europa: Napoleão. Acontece que Napoleão [aquele arretado] decidiu tomar controle a coroa portuguesa [aquela abastada] e foi tentar falar com o único sujeito mais medroso que o Salsicha e o Scooby-Doo, juntos: Dom João Sexto [que, embora não tivesse um cão falante ao seu lado, tinha uma cadela como esposa].

Vixe! E essa história continua no causo do Medroso principe Português contra o arretado Napoleão. Até!

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