Eu Joguei – Portal


A conselho do podcast Now Loading, eu finalmente pus as mãos no The Orange Box – Um pack de jogos da Valve Corporation, criadores da série de jogos Half-Life – e fui jogar o diversas vezes mencionado Portal. E acreditem, valeu a pena cada segundo que ‘perdi’ com ele.

Portal é um jogo em primeira pessoa diferente, pois começa do ponto que você não dispara um único tiro. Na verdade você tem que passar por diversos puzzles em primeira pessoa, algo bem incomum para quem se acostumou com jogos feitos Doom e Counter Strike.

No jogo você é uma especie de cobaia humana que está sendo testada a passar por diversas camaras, na promessa de ter uma festa em sua homenagem ao final dos testes. Para passar por eses desafios, você utiliza um sistema de abertura de portais, um azul e um laranja, onde somente um de cada cor pode existir, e você pode ir e vir entre eles. A principio, as camaras oferecem seus próprios portais, aparecendo de tempos em tempos, mas algumas camaras depois você consegue a arma que abre portais azuis, e novos desafios são apresentados. E, na metade do jogo, você recebe a arma que abra portais laranjas, e aí a coisa fica cada vez mais dificil.

Apesar da dificuldade, o jogo é fantastico, e possui uma fisica impressionante, pois quando se atravessa um portal, você aparece no outro com a mesma velocidade e direção de quando entrou, lembrando que você pode abrir portais no teto e no chão. Você pode cair metros e metros em direção a um portal para disparar como foguete quando sair no outro. Felizmente, você não morrer por conta de quedas, mas existem coisas mortais pelo cenário, como metralhadoras, com as quais você deve lidar sem ter armas consigo.

Por fim, fica o detalhe do excelente humor do jogo – se você entende inglês e aciona as subtitles -, graças a Gladys, o sistema computadorizado que está encarregado de lhe testar, enquanto os humanos preparam sua festa. E fiquem atentos ao imenso plot twist no ‘final’ do jogo. Matenha-se vivo!



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